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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

11 Passos em Busca da Elevação Espiritual



Blog da Esotérica Ivanih Bianco 

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Os estudos mais profundos da Numerologia oferecem conhecimentos para a elevação da consciência humana, para sua evolução.

Este texto tem o objetivo de oferecer às pessoas, os elementos para que se possa iniciar a fascinante aventura de se lapidar, de se conhecer e conhecer os outros. São conhecimentos que devem ser aplicados constantemente em nossa vida diária. Exige disciplina e determinação no desenvolvimento dos nossos corpos!

Corpo 1 - Alma (Contato com nossa Alma / Humildade). 

O primeiro passo é se relacionar com seu Ser Interior, irradiar vitalidade interna. Trabalhar o seu auto-reconhecimento, sua auto-estima. Equilibrar cabeça / razão com coração / sentimentos. Nada lhe servirá se você não viver em contato com sua alma para desenvolver sua criatividade e sua humildade. Acreditar que merece ser belo e espiritual porque Deus o criou assim. Viver na gratidão, na alegria, na criatividade, na compaixão e ser feliz por sentir a fluência da sua alma.

Corpo 2 - Mente Negativa / Protetora (Desejo de Pertencer / Proteção). 

O segundo passo é sentir grande satisfação em estabelecer relações com profundidade e se sentir aceito, pertencendo a um grupo. Necessário desenvolver a sua mente protetora, a paciência e obedecer à sua própria voz interior, não atuando impulsivamente, movido pelo desejo de pertencer e agradar. É importante perceber com discernimento os riscos das situações, mantendo-se centrado. Não fazer nada para agradar o outro que vá contra seus próprios princípios. Canalize seu desejo de pertencer a pessoas de consciência elevada, numa conexão de alma para alma, em relacionamento de amor, onde você possa se sentir seguro. Proteger a si mesmo e ao outro com equilíbrio.

Corpo 3 - Mente Positiva / Projetiva (Positividade / Igualdade / Verdade). 

O terceiro passo é trabalhar firmemente no desenvolvimento da mente positiva e projetiva. Ver o positivo, projetar Luz, Esperança e Humor. Saber elevar a si e ao outro. Sorrir! Ver o positivo nas pessoas, transmutando as sombras em Luz; eliminando a negatividade. Trabalhar a palavra na verdade, sem ilusões, sem manipulações. Usar o seu poder com equilíbrio.

Corpo 4 - Mente Meditativa / Neutra (Neutralidade / Equilíbrio / Compaixão). 

O quarto passo é enxergar os acontecimentos da vida com uma atitude neutra, como uma experiência de aprendizado. Integrar em sua vida qualquer experiência mantendo a perspectiva que todo acontecimento vem para ensinar-lhe algo, torná-lo mais sábio. A mente neutra é a capacidade de escutar a mente protetora considerando os riscos de uma situação; escutar a mente positiva considerando os aspectos positivos, sem ilusões, da situação e atuar com neutralidade e sabedoria para o interesse de todos. A mente neutra nos dá a habilidade de perceber as ilusões, escutar e ser guiado pelo Ser Superior. É necessário aprender a ver todos os eventos da vida com neutralidade, mantendo-se sereno e confiante, sentindo os propósitos dos eventos.

Corpo 5 - Corpo Físico (Auto suficiência / Equilíbrio). 

O quinto passo é aprender a se relacionar e manejar seu corpo físico e sua energia. Atingir a perfeição deste corpo porque existe um propósito, um trabalho que este corpo deve realizar. Desenvolver resistência, onde a organização da energia é efetiva. Viver sua vida em tal equilíbrio e harmonia compreendendo que cada parte da sua vida é sagrada. É ensinar a si mesmo e aos outros com seu exemplo de disciplina, dedicação com seu próprio modelo de ser. Significa também fazer alguns sacrifícios do seu tempo pessoal para benefício de outras pessoas.

Corpo 6 - Arco de Luz / Poder de Projeção (Proteção / Projeção / Justiça / Integridade).

O sexto passo é desenvolver um escudo de proteção contra a negatividade e desenvolver a capacidade de projetar para a vida os seus desejos e concretizá-los. O poder de criar sua própria realidade. Desenvolver um comportamento probo; manter sua palavra; ser consistente, coerente e constante. Trabalhar a ética, a honestidade consigo mesmo e com os outros. Usar seus recursos com integridade. Quando este corpo está desenvolvido o Ser é forte, firme, pleno e brilhante, capaz de resolver qualquer situação através do domínio da oração e da meditação.

Corpo 7 - Aura (Elevação / Segurança / Piedade / Misericórdia / Amor). 

O sétimo passo é aceitar, amar e respeitar a si mesmo e a todos. Expandir a aura, aprender o sagrado do Ser. Levar em sua presença radiante e brilhante a compreensão, a Luz e o Amor. A aura é o campo eletromagnético que rodeia o corpo. Uma aura forte faz com que se sinta seguro, permitindo ser carinhoso e compassivo consigo mesmo e com os outros. Permite se sentir bem sozinho ou em grupo, porque desenvolveu sua auto-estima, sua segurança interior, não permitindo que as influências externas o afetem. O objetivo é fazer com que as pessoas se sintam elevadas em sua presença. Dedicar-se a elevar a si mesmo e inspirar os que o rodeiam levando esperança no seu caminho!

Corpo 8 - Corpo Prânico (Pureza / Energia). 

O oitavo passo é usar a respiração para entrar em contato com a infinita energia que está à nossa disposição todo o tempo. Vencer medos, sentir-se protegido e íntegro. Abrir o coração e se expandir. Falta de prana se revela em um estado crônico de fadiga e cansaço, afetando o funcionamento da mente (Protetora, Positiva e Neutra) e o Poder de Projeção de modo que a pessoa não tem forças para atrair os recursos que necessita, sempre tendo a sensação de escassez, de que algo lhe falta, de que não tem o suficiente. É imprescindível atrair experiências de abundância. A enfermidade ocorre quando o prana não pode fluir livremente através do sistema. É necessário vencer o bloqueio para que o fluxo de energia possa ser restabelecido.

Corpo 9 - Corpo Sutil (Serenidade / Conselheiro / Sutileza / Maestria). 

O nono passo é desenvolver o corpo sutil que nos permite ver o panorama geral de uma situação; nos permite ver através das aparências. Ter a profunda compreensão do porquê dos acontecimentos; ter informações para entender as situações. Ter acesso ao seu registro akáshico, a todos os acontecimentos que adquiriu nas experiências vividas nesta e em outras existências. Se o corpo sutil é desenvolvido o suficiente para entrar nestes registros, o mistério da vida será substituído pelo conhecimento, que leva à maestria, mantendo a serenidade e a compreensão, agindo com sutileza, calma e sabedoria em qualquer situação.

Corpo 10 - Corpo Radiante (Coragem / Magnetismo / Coração). 

O décimo passo é potencializar o corpo radiante que nos dá uma Esfera de Luz que se estende por todos os lados do nosso corpo. É dourada, brilhante e impenetrável. Nenhuma negatividade externa pode penetrá-la e a negatividade interna é neutralizada por ela. Quando este corpo está desenvolvido, a pessoa projeta harmonia e graça ao seu redor. Entende que a abundância é uma expressão do Infinito e que o nosso desejo de nascimento é viver majestosamente a prosperidade e a felicidade. Esta Luz se projeta na sua própria vida e irradia para o outro. Minha Luz é a sua Luz! Transmite e age com coragem; luta contra os obstáculos, não se dando por vencido. É seu próprio guia. Aprendeu a controlar seu radicalismo. Tem uma presença magnética ganhando o respeito de todos por sua força e determinação!

Corpo 11 - A Totalidade (Direção / Flexibilidade / Liberação). 

O décimo primeiro passo é atingirmos um ponto que é a soma de todos os 10 corpos. Chegamos à integração, ao centro de direção, à completa flexibilidade e adaptabilidade; à capacidade de elevação. É a conquista da Fênix. Renascer das cinzas e se elevar para a Luz, para o Sublime. Sabedoria de como lidar com o jogo da vida e contatar qualquer parte do seu Ser. A conquista do equilíbrio e da fluência dos seus desejos. Levar ao mundo, pelo seu próprio Ser, a existência de Deus!

Finalizo este texto sugerindo que desenvolvam estes corpos, passo a passo, utilizando ferramentas como yoga, meditação, respiração longa e profunda, praticando crenças positivas de auto estima, afirmações diárias de Luz, Prosperidade e Sucesso. 

Vivam a vida com Alegria, Gratidão, Simplicidade, Humildade e Compaixão!


Fonte: http://somostodosum

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O QUE É MANDALA



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O que é mandala

Mandala é uma palavra sânscrita, que significa círculo. Mandala também possui outros significados, como círculo mágico ou concentração de energia. Universalmente a mandala é o símbolo da totalidade, da integração e da harmonia.
Em várias épocas e culturas, a mandala foi usada como expressão científica, artística e religiosa. Podemos ver mandalas na arte rupestre, no símbolo chinês do Yin e Yang, nos yantras indianos, nas mandalas e thankas tibetanas, nas rosáceas da Catedral de Chartres, nas danças circulares, nos rituais de cura e arte indígenas, na alquimia, na magia, nos escritos herméticos e na arte sacra dos séculos XVI, XVII e XVIII.
A forma mandálica pode ser encontrada em todo início, na Terra e no Cosmo: a célula, o embrião, as sementes, o caule das árvores, as flores, os cristais, as conchas, as estrelas, os planetas, o Sol, a Lua, as nebulosas, as galáxias. Se observarmos o cotidiano a nossa volta, perceberemos estruturas mandálicas onde nunca pensaríamos haver, como no gostoso pãozinho ou no macarrão que comemos: começam com a massa que depois de amassada vira uma bola – mandala tridimensional – para crescer. O prato onde comemos tem a forma circular, e quando nos servimos formamos uma mandala colorida, que irá nos alimentar e nos nutrir, dando energia e vitalidade ao nosso corpo. A própria Terra foi formada por uma explosão de forma mandálica.


Para que serve a mandala
A mandala pode ser utilizada na decoração de ambientes, na arquitetura, ou como instrumento para o desenvolvimento pessoal e espiritual. A mandala pode restabelecer a saúde interior e exterior. Podemos usar uma mandala para a cura emocional, que refletirá positivamente em nosso estado físico, e assim ficaremos com mais saúde e vigor. Também podemos utilizar uma mandala para a cura de ambientes, como o familiar e o de trabalho, ou para preparar um espaço especial, onde você irá meditar ou fazer sessões de cura, como massagem, Reiki, astrológica, psicoterápica, atendimento clínico.

Como atua a mandala

A mandala trabalha os seguintes aspectos pessoais: físico, emocional e energético. No aspecto físico, promove-se o bem-estar, o relaxamento e a prevenção do estresse. Emocionalmente, pode trabalhar conteúdos oriundos de emoções antigas, atuais ou futuras, pois sinaliza aqueles que irão emergir. Neste trabalho (mandalas pessoais), é muito comum surgirem traumas passados, que são colocados no desenho de forma sutil, só percebidos por quem souber fazer a leitura do que está sendo sinalizado. Esta leitura se faz por meio do traço, da forma, das cores, dos símbolos e de vários outros aspectos que aparecem quando se desenha uma mandala pessoal. 
Qualquer pessoa pode se conhecer e se trabalhar com mandalas, tanto com a ajuda de um terapeuta, quanto sozinho. A pessoa pode fazê-lo confeccionando e colorindo mandalas, ou, ainda, meditando com elas. A mandala irá colocar, de forma sutil, no lugar certo aquilo que se encontra fora de lugar, Jung diz que “A mandala possui uma eficácia dupla: conservar a ordem psíquica se ela já existe; restabelecê-la, se desapareceu. Nesse último caso, exerce uma função estimulante e criadora.” 
No aspecto energético, a mandala ativa, energiza e irradia, podendo harmonizar ambientes físico ou pessoal carregados negativamente, ou aura de sofrimento e tristeza. Ainda energeticamente, a mandala pode levar a pessoa a contatos com dimensões supraconscientes e ao encontro de um caminho espiritual. Neste sentido, a mandala foi, e ainda é, muito utilizada para a meditação e para o desenvolvimento e a ampliação da consciência. No budismo tibetano os monges fazem-na de areia para depois serem ofertadas às divindades. 
É importante saber que para qualquer finalidade que se queira alcançar trabalhando com mandalas tem de se desenvolver a perseverança, a persistência e a força de vontade. Trabalhar com mandalas é uma forma carinhosa de abrir o coração para a criatividade, a intuição e o amor.

O QUE SE GANHA TRABALHANDO COM MANDALAS
A pessoa que trabalha com mandalas, sozinha ou com a ajuda de um terapeuta, beneficia-se de várias formas:
- prevenindo o estresse;
- preservando e organizando a saúde psíquica;
- aumentando a capacidade de atenção e de concentração;
- aumentando a capacidade de receptividade;
- aumentando a harmonia, a calma e a paz interior;
- aumentando a criatividade;
- ampliando a consciência;
- desenvolvendo o Eu Superior;
- encontrando um caminho espiritual.

fonte: mundodasmandalas
Axé


terça-feira, 14 de agosto de 2012

Porque Rezar o Terço?







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Terço, ou o rosário, é uma oração de contemplação, louvor e súplica ao mesmo tempo. O papa Paulo VI ensinou que ele "tem índole comunitária, se nutre da Sagrada Escritura e gravita em torno do mistério de Cristo".

Quanto mais se invoca Maria repetindo as Ave-Marias, tanto mais se evoca o Cristo, o "bendito fruto do seu ventre".

Na medida em que o vamos rezando e contemplando, ele nos abre um "painel catequético e bíblico" da História da Salvação.

Tudo o que Jesus fez para nos dar o Reino do Pai. No caminho da oração vamos percorrendo o itinerário do discipulado junto com Maria, a discípula primeira e maior.

Os 'Pai-nossos', as 'Ave Marias' e os 'Glórias ao Pai' entrelaçam episódios importantes vividos por Jesus e Maria. Cenas de alegrias, dores, glória e vivência do Reino.

Elas nos oferecem uma visão global das etapas do Mistério Pascal desde a Encarnação até a Ressurreição, Ascensão e envio do Espírito Santo. Nas contas do terço vai desfilando também a missão que Jesus confiou a nós na Igreja.

Somos obrigados a rezar o Terço? Não. É uma devoção. Mas entre os que o rezam não haverá ninguém que ignore sua validade. Milhões e milhões de pessoas pelo mundo inteiro o rezam em todas as línguas e idades.

Feita com devoção e piedade esta prece tão excelente tem alcançado muitas graças divinas.

Por ela a Igreja superou grandes crises em sua História ao longo dos séculos: heresias, guerras, tragédias e perseguições.

Esta prece promove a vida cristã e a pastoral, iluminando a opção a ser feita em momentos de grave aflição. Depois do Pai-nosso é a oração mais conhecida e mais popular dentro da Igreja. Nenhum cristão deveria deixar de fazê-la. Rosário vem de rosa. Cada Ave Maria é uma rosa do buque a ser oferecido a Jesus e Maria.

Pe. Antonio Clayton Santanna, C.SS.R.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Viver Bem



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No 'piloto automático' ficamos remoendo ou prevendo situações, imaginando circunstâncias desagradáveis antes que elas aconteçam. E pagamos um preço alto por isso. Nem é uma questão técnica, mas de vida. Lembra-se de Shakespeare: ‘Ser ou não ser?’.
Se você está permanentemente no piloto automático, com impulsos de rejeitar problemas, pode passar a ter pânico, tensão muscular, insônia. Tudo piora.
O “piloto automático” é o primeiro estado e o segundo é aquele do ‘plenamente presente’ – de Atenção Plena. Se deixa vir o problema, o incômodo, a dor, sabendo que o desagradável faz parte da vida, pode diminuir os efeitos secundários. A aceitação profunda já melhora o drama. Com a atenção plena, trabalhamos com o que está realmente acontecendo, sempre visando a melhorar a qualidade de vida.
Atenção plena é um estado humano. É uma maneira específica de prestar atenção, diferente de tipos de atenção comuns que permeam o nosso dia a dia.
Atenção plena não é estar alerta, não é policiar pensamento. É sutil. Por causa disso é melhor cultivá-la, em primeiro lugar, numa prática mais silenciosa, como a meditação. Melhor ainda aprender num curso de dois meses. Em atenção plena a pessoa fica completamente aberta, aos poucos, para o que está acontecendo. É ter qualidade de consciência, sem levar tão a sério os conceitos de “certo” e “errado”. É gentileza profunda, sem julgamentos. É ser carinhoso consigo mesmo, com o que vamos experimentando até mesmo dentro do corpo.
Claro, tudo isso não é facil aprender. Porém, realmente vale a pena.
Em vez de focar em uma coisa só, a pessoa se concentra no que está acontecendo. Sem julgar, ou seja, curiosa. É uma apreciação profunda do momento, e de tudo que surge nele. É a plena consciência da presença da mente e do corpo. Por exemplo: se você está tomando chá, está tomando chá, percebendo todas as sensações desse ato, de seu corpo, nesse momento.

Nesse estado, os pensamentos - no que vai fazer daqui a pouco, ou no ano que vem – ainda sugem. Porém, na prática de atenção plena aprendemos como deixar o pensamento vir e fluir, sempre retornando a nossa atenção gentilmente ao presente. Com o tempo, a tendência daqueles pensamentos e humores automáticos de dominar a nossa mente fica mais tranquilla.
Seja diante de estresse ou dor crônica, ainda assim é ‘deixar vir’, perceber o que está acontecendo e não julgar. A atenção plena nos ensina a sentir a existência, com gentileza e paciência. E se cultivo essa qualidade de atenção focada em mim, gradualmente passo a enxergar melhor o outro também. Num texto anterior falei sobre o simples exemplo de olhar uma lagartixa que se move na parede - clique aqui e leia. Um outro exemplo de se voltar para si é simplesmente prestar atenção no ar que sai e entra no seu corpo.

Fonte:http://www2.uol.com.br/vyaestelar/viverbem.htm

Axé

domingo, 12 de agosto de 2012

Mês de Agosto Aniversário de Krishna



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A História de Krishna
De acordo com a tradição Hindu, Krishna (कृष्ण em Devanagari) é o oitavo avatar de Vishnu.
É citado no
Mahabharat, mais exatamente no Bhagavad Gita, e é considerado, segundo o Movimento Hare Krishna (ISKCON), a Suprema Personalidade (Deus), sendo assim, a origem de todas as encarnações seguintes.
Krishna e as histórias aparecem nas diversas tradições filosóficas e teológicas hindu. Embora, algumas vezes diferentes nos detalhes, ou até mesmo contradizendo as características de uma tradição particular, alguns aspectos básicos são compartilhados por todas elas. Estes incluem uma encarnação divina, uma infância e uma juventude pastoral e a vida como um guerreiro e professor. A imensa popularidade de Krishna fez com que várias religiões não-hindus que se originaram na
Índia tivessem as próprias versões dele.
Segundo a obra Harpas Eternas, Krishna foi a sexta reencarnação de Jesus em nosso planeta. As anteriores foram Juno e Numu, na Lemúria, Anfião e Antúlio, na Atlântida, e Abel na Palestina. As posteriores foram Moisés, Buda (Siddhartha Gautama 600-A.C.) e, por último, Jesus, este espírito que hoje é o mestre espiritual de nosso orbe. Uma versão da história de Krishna,pode ser lida no volume II da obra citada, onde consta também o nascimento quarenta séculos após a morte de Abel, o que corresponderia a cerca de 4270 AC.

Nascimento e infância
Krishna era da família real de Mathura- capital de um conjunto de três clãs: Vrishni, Andhaka e Bhoja - e o oitavo filho da princesa Devaki e o marido Vasudeva, um nobre da corte. No dia do casamento, como é de costume na tradição védica, o primo mais velho, Kamsa, ficou encarregado de conduzir Devaki e o esposo até a nova casa do jovem casal.
O rei Kamsa subiu ao trono após mandar prender o próprio pai, Ugrasena (rei da dinastia Bhoja). Kamsa é tido como um grande demônio, que pertencia à classe dos Kshatriyas (guerreiros), mas que, de algum modo, havia se desviado do Dharma universal.
No caminho que conduzia os noivos até a nova casa, Kamsa escutou uma voz que dizia que o oitavo filho de Devaki iria levá-lo à morte. Imediatamente fez menção de matar Devaki, mas Vasudeva implorou pela vida da esposa, prometendo que cada filho que nascesse, seria levado à presença de Kamsa.
Receoso, mandou prender Vasudeva e a esposa no porão do castelo, sendo vigiados dia e noite por guardas. Cada filho do casal que nascia era morto por Kamsa, que mesmo sabendo que a profecia se cumpriria apenas no oitavo filho, não tinha piedade de nenhum e matava a todos.
Kamsa havia sido alertado por Narada Muni que em breve Vishnu nasceria na família de Vasudeva. Soube também, através deste sábio, que em uma encarnação anterior, Kamsa havia sido um demônio chamado Kalanemi que tinha sido morto por Vishnu.
Conta a tradição védica que Kamsa, temendo que Vishnu nascesse em qualquer uma das famílias do reino, mandou matar todos os meninos com até dois anos de idade, a fim de evitar o cumprimento da profecia.
E foi então que o oitavo filho de Devaki nasceu - Bhagavan Sri Krishna. O local do nascimento é conhecido atualmente como Krishnajanmabhoomi, onde um templo foi erguido em honra. Como a vida corria risco na prisão, foi tirado da prisão e entregue aos pais adotivos Yashoda e Nanda em Gokula.

Juventude


Nanda, pai adotivo de Krishna, era o líder de uma comunidade de pastores de gado. As histórias da infância e juventude contam a vida e relação com as pessoas da região. Uma dessas histórias conta que Kamsa, descobrindo que ele havia sido libertado da prisão, enviou vários demônios para impedir que isso acontecesse. Todos falharam. São muitas as façanhas de Krishna e as aventuras com as Gopis da vila, incluindo Radha, que se tornou mais tarde conhecida como o Rasa lila.



Krishna, o Príncipe
Krishna, então um jovem homem, retorna para Mathura, acaba com o governo de Kamsa, e institui o pai, Vasudeva, que havia sido aprisionado por Kamsa, como rei de Yadavas. Em seguida declarou a si mesmo príncipe da corte. Neste período iniciou a amizade com Arjuna e outros príncipes de Pandava do reino de Kuru. Casou-se com Rukmini, filha do rei Bishmaka de Vidarbha. Ele também teve outras sete esposas, incluindo Satyabhama e Jambavati.
Últimos dias

Krishna havia se retirado para a floresta e estava em meditação embaixo de uma árvore, quando um caçador, na penumbra da floresta, o confunde com um antílope e o fere na planta do pé. Mesmo ferido de morte, aceita-a com grande serenidade.
No
Bhagavad Gita ele diz:
jatasya hi dhruvo mrtyur
dhruvam janma mrtasya ca
tasmad apariharye 'rthe
na tvam socitum arhasiÇ

(Tradução) - Inevitável é a morte para os que nascem; todo o morrer é um nascer – pelo que, não deves entristecer-te por causa do inevitável. Similares, Krishna é certas vezes apresentado como a Suprema Personalidade de Deus e certas vezes o mencionam como encarnação de
Vishnu. No Srimad-Bhagavatam de Srila Prabhupada, Prabhupada explica que Krishna fora de Vrindavana é Vishnu expandido, e Krishna residindo em Vrindavana seria a personalidade de Deus em pessoa, uma vez que a Vrindavana terrestre seria, em certo aspecto, especial e uma expansão direta da Vrindavana original (Goloka Vrindavana).
Embora haja discordância neste tópico entre os diversos
Sampradayas (Escolas filosóficas), esta é a explicação de Prabhupada. Krishna é um avatar,que segnifica ava =antiga e tora=lei , então seria um representante da antiga lei, a lei divina, sendo Vishnu um aspecto da divindade, como o Filho do Homem na tradição cristã, Krishna é um avatar da lei, a divindade encarnada na face da terra, um estado de ser vibrando em alta consciência no aspecto divino, segundo a tradição hindu, como Brahma(Pai), Vishnu (Filho) e Shiva (Espírito Santo).

O Nome :Krishna
O nome em sânscrito é escrito kṛṣṇa (veja Sânscrito para pronúncia).
O Mahabharata (Udyogaparva 71.4), analisa a palavra 'Krishna' da seguinte maneira
krishir bhu-vacakah sabdo nas ca nirvriti-vacakah
tayor aikyam param brahma krishna ity abhidhiyate
(Tradução) - A palavra 'krish' é a característica atrativa da existência do Senhor, e 'na' significa 'prazer espiritual.' Quando o verbo 'krish' é adicionado ao 'na', ele se torna 'krishna', que significa Verdade Absoluta.
De acordo com a maioria dos dicionários, a palavra Krishna significa 'negro' ou 'escuro' em sânscrito. Relaciona-se com palavras parecidas em outros idiomas indo-europeus. Às vezes se traduz como 'O Senhor Escuro' ou 'o de pele escura'. Pode significar também 'Todo atrativo'.
Ele é conhecido por vários outros nomes e títulos e a tradição Gaudiya tem uma lista com 108 nomes. Os mais usados incluem:
Adidev: O Senhor dos senhores.
Balgopal: O “Todo Atrativo”; o menino Krishna.
Chaturbhuj: O Senhor dos quatro braços.
Dayalu: Depósito de toda a compaixão.
Govinda: Aquele que agrada as vacas, a Terra e a natureza inteira.
Gyaneshwar: Senhor do Conhecimento.
Hari: O Senhor da Natureza.
Jagadisha: O Protetor de todos.
Kamalnayan: O Senhor que tem os olhos como o lótus.
Manohar: Senhor da beleza.
Murali: Senhor de toda a doçura; Senhor da flauta.
Narayana: O refúgio de todos.
Prabrahmana: A Suprema e Absoluta Verdade.
Ravilochana: Aquele cujos olhos são o Sol.
Trivikrama: Vencedor de todos os três mundos.
Upendra: Irmão de
Indra.
Vishwatma: Alma do universo.
Yogi: O Mestre Supremo.
AXÉ