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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Meditando com Mandalas





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Meditando com Mandalas

Meditando com Mandalas


:: Conceição Trucom ::
Mandalas são imagens circulares usadas há milênios pelos povos orientais para expressar, através de um desenho, a experiência humana de contato com a energia divina. Nas mandalas estão expressas as relações entre o Homem e o Cosmos, entre a busca de conquistas materiais e a energia espiritual que está por trás delas. Em outras palavras, as mandalas são um caminho para se auto conhecer alinhada com Deus.

A palavra mandala vem do sânscrito e significa "círculo mágico". Entre os povos orientais, atribui-se às mandalas a característica de representar graficamente o ritmo, movimento e harmonia que regem todo o Universo, a natureza e o próprio ser humano.

Para os hindus, a mandala é a reprodução da mente humana equilibrada. Por esta razão, meditar corretamente, olhando para uma mandala, pode reordenar os processos mentais, trazendo paz e soluções para conflitos sobre os quais nem mesmo conseguimos ter consciência. Ou seja, mesmo sem que você saiba exatamente o que causa uma determinada perturbação em sua vida, a meditação com mandalas pode acabar com o problema.

Dicas para meditar com mandalas:

1. Escolha a sua mandala - aquela que mais te fascina - e observe-a bem, pensando naquilo que está buscando: foco, concentração, criatividade, abundância, fertilidade, saúde, amorosidade, serenidade, etc.

2. Procure sentar numa posição confortável com a coluna ereta, colocando a mandala diante de seu rosto pendurada na parede. O centro da mandala deverá estar à altura dos olhos, numa distância semelhante à extensão de seu braço.

3. Focalize toda sua atenção no centro da mandala. Não tencione os olhos que deverão permanecer repousados no centro da mandala durante todo o exercício. Procure aos poucos esvaziar sua cabeça, deixando a mandala agir em você através do movimento que lhe é inerente. A idéia é chegar a preencher toda a sua mente com a imagem da mandala. Ela será reconstruída dentro de você.

4. Não queira controlar seus movimentos. Respire profundamente e bem devagar permanecendo relaxado todo o tempo. Seus olhos poderão ficar pesados, lacrimejar ou arder. Permita que isso aconteça. Deixe a mandala limpar, desobstruir e energizar seus olhos físicos e seus componentes etéricos. Fixe sempre o olhar no centro do desenho. Perceba os detalhes captados pela visão periférica, sinta sua vibração, mas não desligue do centro.

5. Procure piscar o mínimo possível e quando o fizer, que seja suavemente e com total atenção. Não faça apreciação ou juízo crítico. Não deixe a sua mente interferir no processo. Apenas observe o que está acontecendo dentro e fora de você.

6. Perceba que, quando sua mente se aquieta, você gasta menos energia com o pensamento, e, como não existe vácuo no universo, outra função assume essa energia. É hora de funcionar a intuição, o autoconhecimento, a clarividência e a clariaudiência. Começam a emergir interiormente potenciais normalmente submersos do seu ser.

7. Mergulhe na mandala por 15 minutos. É opcional o uso de música ou qualquer outro estímulo auditivo. Durante todo o exercício é vital a atenção na respiração, que poderá ter variantes de acordo com o que se quer atingir.

8. Quanto mais imóvel você conseguir ficar, mais a mandala penetrará em você, harmonizando seu campo de energia e os chacras.

9. No final, feche os olhos, esquente as mãos e coloque sobre eles, relaxando-os.

10. Não deite logo em seguida. Permaneça por mais 15 minutos sentado, observando o que está acontecendo internamente com você. Essa observação é o objetivo de toda e qualquer técnica meditativa. Fique em silêncio, de olhos fechados e coluna ereta.

11. Após este período, se quiser, deite.

12. Esta meditação não deve ser feita antes de dormir ou logo após as refeições.

E se você quiser meditar online segue o link:  
http://somostodosum.ig.com.br/testes/meditacao/

Axé

Fonte:Somos todos um.ig.com.br

quarta-feira, 19 de junho de 2013

USE MAIS ROUPAS COLORIDAS



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E quem disse que só na primavera e no Verão devemos usar roupas alegres e coloridas?
Está na hora de mudar essa linha de pensamento e inserir um pouco de cor na sua vida! Aliás, você sabia que elas representam um pouco o nosso estado de espirito? Sério! Podem até mesmo influenciá-lo. Se você é uma pessoa com uma baixa auto-estima, pode ter a certeza que as suas cores preferidas serão as escuras, já se você é uma pessoa feliz, com vida, com certeza gosta de vestir cores vivas.
Veja este exemplo: Quantas mulheres, depois de perderem muito peso, começam a vestir roupas mais coloridas; mais jovens? Isso deve-se ao aumento da auto-estima.
Então, porque não começar o dia escolhendo do seu armário roupas coloridas e não as clássicas, pretas, brancas, cinzas?!
Hoje em dia, as lojas estão cheias de casacos, blusas, calças, enfim, roupas coloridas e tantos acessórios que podem ajudar-nos a termos um look mais feliz, mas para isso você tem que ter a coragem de mudar o seu guarda-roupa, se assim for preciso, e escolher cores vivas. E isto, com pouco dinheiro… Acreditem, só têm que procurar.
Na realidade, decidi falar acerca deste tema, pois sei da dificuldade que nós, mulheres, encontramos quando o assunto é conjugar cores, pois muitas das vezes, queremos combiná-las, mas não sabemos se o amarelo fica bem com o verde; se o azul é uma cor fria ou quente, etc. Então, para ajudá-las, fiz uma pequena pesquisa e espero, sinceramente, ajudá-las.
Em primeiro lugar temos:

As cores primárias
São o vermelho, o azul e o amarelo, além de todos os outros derivados das suas combinações. São personalidades fortes e a sua presença é suficiente para dar cor ao visual, por isso são perfeitas para usar “sozinhas”.

O look monocromático (de uma só cor) alonga e afina a silhueta, além de deixar a aparência elegante. Mas, claro, você tem que saber como combiná-lo. Vesti-lo dos pés à cabeça, ou seja, usar 100% de uma única cor, é um grande erro. Se você se veste toda de vermelho, por exemplo, vão considerar o seu look “berrante” demais. Assim sucede com o amarelo ou o azul.
Mas existem opções para a criação de um visual elegante monocromático, como por exemplo:

- Conjugue-o com cores neutras, como branco, preto ou cinza ou misture cores primárias entre si, quando complementadas por tons neutros.
- Experimente umas calças jeans, uma camisa cinza, sapatos vermelhos e uma carteira em algum tom de amarelo. Ficará lindo, não acha? Você irá surpreender.

As cores complementares
Para saber que cor complementa outra, observe a roda de cores: As cores complementares são as que estão à frente. Assim, o azul é complementar do violeta e o laranja do amarelo. Uma boa opção é combinar duas cores complementares, com uma roupa de cor neutra que não é tão contrastante. Cuidado com a utilização complementar de vermelho e verde. Use-os com critério. Parece complicado, mas não é.
combinando-cores-19

Cores análogas
Em palavras simples, cores análogas são cores que se assemelham. Para saber que cor escolher, use a roda de cores acima: Cores análogas são aquelas encontradas em ambos os lados. Um olhar com cor análoga é harmonioso e elegante. Nunca falha!

E agora que você tem uma ideia melhor das cores, duas dicas de moda para lembrar…
Tenha atenção aos seguintes detalhes: Existem determinadas roupas que se forem muito coloridas, ou de uma cor única, mas “chamativa”, poderá não ser indicada para usar no seu trabalho ou na igreja. Escolha sempre o seu look, mediante onde vai. Uma coisa é a saída com as amigas, com o marido,onde podemos optar por looks descontraidos, outra é quando temos de respeitar uma determinada formalidade.
Lembre-se, harmonia e discrição sempre juntas; roupas bonitas e alegres sim… Agora, justas, indiscretas e ainda por cima coloridas, não! Use cores, mas tenha sempre em mente o verdadeiro valor que você tem; respeite o seu interior através do seu exterior.

Fonte:http://vivifreitas.me/blog/traga-cor-para-a-sua-vida/

terça-feira, 18 de junho de 2013

PODEMOS SER CONTROLADOS POR OUTRAS ENERGIAS


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Mensagem de Jennifer Hoffman
 13 de Junho de 2013.


 Querida Jennifer: Você escreveu que o nosso sistema de crenças nos impede de acessarmos a natureza ilimitada do Universo. E há outras coisas, tais como entidades, forças externas ou energias que nos bloqueiam, também? Qual é a eficácia do trabalho energético em deixá-los ir, impedindo que eles se apeguem a nós e se liguem a nossa energia? Há uma crença em nosso poder o suficiente para liberar estas energias, ou há mais que possamos fazer, para que sejamos verdadeiramente soberanos em nossas vidas?

 Resposta de Jennifer: Se nos conhecêssemos como mestres de nossas vidas, o que somos, então não é possível que qualquer coisa tenha o controle sobre nós, sem a nossa vontade de permiti-lo.

 Por que damos a uma energia o poder de nos controlar?

 Temos que observar tanto a intenção consciente, quanto a inconsciente e o poder do medo, porque todos eles trabalham juntos para nos dar a impressão de que há “outras” coisas que podem estar no controle de nossas vidas.

 Tenha em mente, porém, que este é, acima de tudo, um planeta de livre arbítrio, assim temos uma vontade em todas as coisas, o que significa que nada, nada, pode nos controlar, a menos que o permitamos. Dito isto, podemos dar a estas energias muitas oportunidades para que conectem conosco e nos deem a aparência de que não estamos no controle.

 Quando nos reconhecemos como mestres em nossas vidas, assumimos a responsabilidade por tudo o que nela acontece. Tudo o que chamamos de bom ou de ruim, que gostamos ou não, que nos causa dor ou alegria, então se torna nossa responsabilidade, e apenas nossa.

 Não temos ideia de como somos poderosos a este respeito, assim assumimos o crédito pelas coisas boas e culpamos outra coisa pelo mal, quando cabe tudo a nós. Não é fácil admitir que criamos o “mal”, como o “bem”, assim reconhecemos o nosso poder quando se trata de coisas que gostamos e culpamos alguma outra energia pela nossa dor. É nossa a responsabilidade das escolhas que fazemos, tanto consciente, quanto inconscientemente.

 Em qualquer lugar que nos permitimos estar na energia do medo é onde permitimos que algum aspecto da densidade se torne a energia dominante em nossas vidas.

 Cair nos ciclos do medo e da dor pode ser muito fácil de fazer, uma vez que lhes permitamos começar, porque eles distorcem o nosso equilíbrio energético, diminuindo a nossa freqüência, até que não mais sejamos capazes de perceber os potenciais energéticos mais elevados. Esta é outra escolha energética, e não é uma aquisição, mas uma renúncia ao nosso poder pessoal e mestria.

 O estado de “depressão” é simplesmente onde reduzimos a nossa resistência energética e perdemos a nossa conexão com o nosso estado natural de alegria. O estado do nosso corpo físico é quimicamente alterado por esta mudança em nossa energia e temos todos os sintomas associados a estarmos deprimidos.

 Quando escolhemos elevar a nossa freqüência, podemos nos realinhar com energias de freqüência mais elevada e mais poderosa.

 Se trouxermos vícios, tais como drogas e o álcool, na mistura, a situação se torna mais complicada. Qualquer substância que altera a nossa percepção da realidade também altera o nosso equilíbrio energético e diminui a nossa resistência à conexão com energias mais densas.

 A única razão pela qual elas podem nos conectar é porque reduzimos a nossa própria energia. Elas não têm qualquer poder sobre nós, ou não podem nos conectar com a nossa disposição. Na ausência de uma escolha e intenção poderosa de estarmos nas energias mais elevadas, ficamos sujeitos a qualquer energia que ressoe com a nossa vibração menos elevada no momento.

 Sem estarmos conscientes, a cada momento, e tendo poderosas intenções de onde queremos que a nossa energia esteja, o que pode ser, por exemplo, estarmos plenamente em nosso poder, estarmos nas frequências do amor, da paz e da alegria, então criamos aberturas para que outras energias entrem. Não porque elas tenham poder sobre nós, mas porque damos o nosso poder a elas.

 O centro da sua pergunta é: Se podemos ser possuídos ou tomados por outras energias.
 A resposta a esta questão é “não”, não é possível que qualquer energia tenha o controle sobre nós.
 Até a Fonte ou Deus não tem controle sobre nós e o que fazemos.

 No entanto, podemos intencionalmente ou não (e não há diferença), entregarmos o nosso poder e quando o fazemos, tornamo-nos vítimas de qualquer energia que possa se conectar conosco.

 A chave para permanecermos nas vibrações superiores é sabermos que isto é algo que podemos fazer e que deveríamos fazer o tempo todo. Sem isto como uma intenção consciente para as nossas vidas, iremos nos sentir que estamos fora do controle, mas este é um estado da mente que é um resultado do estado de nossa energia, e nada mais.


Fonte: http://stelalecocq.blogspot.com.br/2013/06/podemos-ser-controlados-por-outras.html

Axé