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quarta-feira, 28 de março de 2012

EGOGRAMA - PARTE 3


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ENTENDENDO SEU ID, EGO E SUPEREGO-PARTE:03

FASE FÁLICA: Compreendida entre os três anos de idade a seis anos.
Esta é a fase do símbolo, “falo”, sinal, forma em que o menino imita o pai.
Ele escolhe muitas vezes um super herói, se veste tal qual, super homem, batman, he man, Peter pan, Robin Wood e tantos outros.
A garota veste se como a Xuxa, a Barbie, a mulher maravilha, e outras às quais ela quer ter como modelo.
O menino sempre quer ter a mesma profissão do pai dele, quando crescer.
Você pode perguntar para ele, o que será quando crescer, e ele, dirá sempre a profissão do pai.
A menina calça os sapatos da mãe, se maquila como ela e usa as roupas da mamãe, pois quer ser igual a ela.
Também repete como nos meninos que a profissão que quer ter quando crescer a mesma da mamãe.
O menino gosta de colecionar bonecos dos super heróis, a menina coleciona ursinhos.
Muitas vezes, já trazem desde a fase anal um “amuleto” simbólico, isto é, algo em que a criança se apega.
Ex: Aquela fralda que a criança não larga, dorme com ela, acorda com ela, fica o dia todo e muitas vezes a mamãe não pode, sequer tirar dela para lavá-la. Aquele travesseiro em que a criança dorme só com ele, e quando vai viajar precisa levá-lo.
Neste período é necessário educar a criança, adequando suas “manias” às necessidades e possibilidades daquilo que ela utilizará no dia a dia.


ID, EGO E SUPEREGO

Explicando o Id, Ego e Superego:

Id, o ser humano em sua essência ao nascer, puro animal.
A criança nasce, tem fome, grita, berra, chora e só se cala quando é introduzido em sua boca o seio materno, ou o bico da mamadeira.
Se está com frio chora, grita berra e quer ser aquecido, muitas vez, o faz por solidão, o que os pais chamam de manha, isto é, a criança está limpa, bem amamentada e sem fome, chora, a mamãe, pega, dá colo e a criança para de chorar.
Daí dizem: “É manha”. Mas o que é mesmo, é a solidão.
O comportamento da mamãe: A criança termina de se alimentar, a mamãe bate nas costinhas e diz: “Arrota meu filhinho, arrota.”

Superego: é o que dita as regras, aquele que determina o comportamento ideal para o ser humano.
O superego diz o que é certo e o que é errado, é o verdadeiro adestrador do animalzinho Id, aquele que vem molda-lo, doma-lo e reconstruí-lo para viver na sociedade.
Comportamento da mamãe: A criança com sete anos, ao terminar a refeição e ainda diante da mesma, manifesta em altura considerável, um arroto. A mãe diz: Porco, sem educação!

O Id é o diamante puro enquanto que o Superego é o artesão que o transformará em jóia rara, o Ego.

Um adulto, às vezes, tem comportamentos onde predomina o Id, outras vezes, o Superego e outras o Ego.
É necessário que haja um equilíbrio entre as partes, pois o Id tem seus pontos a serem questionados, como o Ego e o Superego.

FONTE: CARLOS MUSSATO

Axé

terça-feira, 27 de março de 2012

EGOGRAMA - parte 2


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ENTENDENDO SEU ID, EGO E SUPEREGO-PARTE:02

Antes de trabalharmos a formação do ego da criança e do futuro adulto, vamos observar várias possibilidades de rejeição que acontecem no dia a dia, e as pessoas nem percebem:
Comportamentos dos gestores Conseqüência na criança
Pais acham que não estava na hora da gravidez A criança se sente rejeitada, veio antes da hora
Pais se sentem sem condições financeiras para criar a criança A criança vai sentir por toda sua vida que é um “fardo” na vida dos outros
Mãe que não queria ficar grávida daquele homem Se for menino poderá ter problemas de desvio sexuais
Pai que não queria engravidar aquela mulher A criança desenvolverá uma certa aversão ao pai
A mãe está grávida, chama o feto de mulher e nascerá um homem Possibilidade de homossexualismo
A mãe está grávida, chama o feto de homem nascerá uma mulher Possibilidade de homossexualismo
Mãe que fica grávida e esconde a gravidez enquanto pode, por medo das pessoas saberem Criança poderá ser claustrofobia e ter complexo de rejeição
Mãe abandonada pelo pai durante a gestação Criança com sentimento de culpa por toda a vida e não sabe porque

Grande causa de patologias encontra-se vinculada com a gravidez, por isso é imprescindível que as pessoas procurem criar e desenvolver ambientes sempre favoráveis às crianças.

Porém, uma vez que a criança nasceu, já sofreu um determinado trauma, ela está sujeita por toda a vida ter problemas?

Sim e não.

Sim, se não for trabalhado durante as fases: Oral, Anal e Fálica.

FASES: ORAL, ANAL E FÁLICA

FASE ORAL: Compreendida desde o nascimento, até aproximadamente um ano de idade
ORAL – Elemento boca, a criança entende tudo com a boca, ela se sente um animalzinho, sente se que é extensão da mãe. Quer mamar, chora, às vezes, morde o mamilo da mãe, como forma de protestar pelo fato da mãe não lhe dar o devido carinho na hora que deseja, de não lhe atender aos seus desejos.


Oportunidades: Nesta fase a mais importante participação dos pais é com o carinho, com o atender na hora certa, não criar vícios, por exemplo, só dormir no escuro com o quarto fechado. Só tomar determinadas marcas de produtos.
Deve se permitir que criança engatinhe, se possível pisar no chão, na terra pura, com os devidos cuidados de higiene. Levar a criança no parque, ver animais, não “passando” à ela a imagem de que tudo é perigoso.
É necessário que a criança conviva com outras pessoas para que a mesma não se torne muito dependente do rosto da mamãe e do papai.

FASE ANAL: Compreendida entre um ano de idade a três anos.
A descoberta de poder fazer algo, “produzir” alguma coisa.
A criança descobre que FAZ COCÔ, e percebe que conseguiu fazer uma grande proeza. Os pais, muitas vezes não estimulam isto na criança levando-a a se sentir inútil.
Muitas vezes, isto é, a maioria das vezes as pessoas ainda criticam, dizendo “que coisa feia” , “é sujo”, ou ainda “que porquice”.
Nesta fase, a criança necessita muito ser valorizada, elogiada promovida.
A função da mamãe é elogiar o cocô, pois é o primeiro produto dela.


Continua
Fonte: Carlos Mussato

segunda-feira, 26 de março de 2012

EGOGRAMA - PARTE 1

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ENTENDENDO SEU ID, EGO E SUPEREGO


O homem nasce trazendo consigo uma herança genética de seus ascendentes, e muitas vezes, é esperado dele um determinado comportamento, ou nele são depositadas inúmeras expectativas das quais muitas vezes, ele não atende, não entende, em mesmo as atinge.

As características físicas, fisiológicas são herdadas de seus pais, alguns comportamentos são adquiridos pela imitação, como a maneira de andar, de gesticular, alguns gestos-tipos, tais como, coçar a orelha, igualzinho ao pai, enfim, ter esta ou aquela mania semelhante à da mãe etc.

Alguns comportamentos também são copiados naturalmente, porém a maioria quase sua totalidade, o ser humano traz desde a sua gestação, firmado no reconhecimento quando feto, naquilo que ele sentiu durante a sua estada no ventre da mãe, e os adquiridos desde o nascimento até no máximo os sete anos de idade.

Uma gestação saudável, agradável, bem aceita, onde a mãe e o pai criam um ambiente harmonioso, propiciando ao novo ser, uma acolhida positiva, fará nascer uma criança com comportamentos diferentes de uma gestação conturbada, de uma gestação não aceita, onde o papai e a mamãe não estão em sintonia.

Esta situação trará ao mundo uma criança que desenvolverá, por certo comportamentos muito diferentes da anterior.

Às vezes, a mãe quando descobre no primeiro momento que está grávida, tem aquele choque e também aquela rejeição, quase que inconsciente, do tipo “ah, mas eu não queria agora, queria para o ano que vem”, ou “ai, meu Deus, justo agora que estamos cheios de dívidas”, ou ainda, “meu Deus, sou solteira, meu pai vai me matar”, isto se torna o suficiente, para aquele ser que está em formação, já desenvolver e carregar para o resto da vida uma sensação de rejeição.

Por isso é necessário que as pessoas em condições de concepção e que pensam que podem engravidar ou querem fazê-lo, devem antes de tudo preparem-se para quando souber do fato, já em primeiro momento receber o novo ser com aceitação e alegria, pois ele já sente tudo que o papai e mamãe fazem, dizem ou sentem no dia a dia.
Fonte: Carlos Mussato
AXÉ

domingo, 25 de março de 2012

QUEM SÃO OS ANJOS


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A palavra ANJO vem do grego Angelus, mensageiro. Para a cultura hebraica o termo é MALAKL, mensageiro ou emissário. Mas veja, os anjos não são apenas os seres alados da pesada tradição judaico-cristã, que vivem nos empoeirados salões da erudição bíblica. Também não são espíritos de pessoas que já partiram em quem repentinamente brotaram asas.
Os anjos são seres ou energias, inteligentes e sensíveis, que estão numa freqüência de vibração um pouco mais elevada que a nossa e do que os nossos sentidos podem sintonizar. Embora não possamos percebê-los com nossos olhos e ouvidos, podemos senti-los e também a nós.
Os anjos caminham sobre a terra exatamente como eu e você, pois cada um de nós tem o potencial angélico que só espera o momento de ser desencadeado.
Você pode encontrar anjos na forma de um frentista de posto de gasolina, numa garçonete, o que você imaginar. E uma vez que você começa a ser capaz de farejar anjos por si mesmo, a vida de repente se torna uma aventura sem fim.
Os anjos têm a responsabilidade de equilibrar a harmonia do universo. Muitos dizem que os anjos são a manifestação do pensamento de Deus, enquanto outros afirmam que eles foram criados pelo Divino Espírito da Mãe. Há bilhões de anjos no universo, e uma parcela relativamente pequena toma conta da humanidade e do nosso planeta. Entre eles estão nossos anjos da guarda- intimamente conectados conosco.
Como energias, dizem que os anjos são andróginos podendo manifestar-se como luz ou com atributos femininos ou masculinos- mas sempre trazendo os altos ideais da humanidade, como os símbolos do amor incondicional, da beleza, da graça, sabedoria, força, perdão, paz, inocência, verdade, esperança e guarda espiritual.

Axé